segunda-feira, 24 de maio de 2010
Vamos limpar o Brasil!
Nos dias 19 e 20 de maio, rolou o III Fórum de Comunicação e Sustentabilidade e a Revista Crase marcou presença nas discussões. Dentre os 'cabeças' a frente do projeto, estavam os Prêmios Nobel da Paz Rigoberta Menchú e Mohammad Yunus. Além de nomes importantíssimos na luta pela igualdade social como Leonardo Boff, MV Bill, André Trigueiro, entre outros. Contudo, quem mais chamou atenção foi o estoniano Rainer Nõlvak, que desenvolveu um projeto brilhante para limpar o seu país e diminuir a quantidade de lixo. Tudo bem que a Estônia é considerada um pedaço de terra se comparada ao tamanho do Brasil, mas a idéia é tão boa que já foi adotada pelo governo carioca. O projeto pretende, através de voluntários (você, eu, o tiozão da banca, o riquinho da praia, o adolescente revoltado etc), convocar um multirão para ir em um único dia às ruas da cidade, estado ou país para retirar todo o lixo jogado em rios, florestas, avenidas, valões... Segundo o Limpa Brasil, serão necessários 150 mil voluntários para a ação. Eu já me inscrevi e com certeza a revista estará presente no dia. Ainda sem data agendada, o empreendimento conta com o apoio de 50 empresas, 12 instituições públicas e um financiamento de parceiros em torno de 3.8 milhões de reais. Os dados do IBGE confirmam que a quantidade diária de lixo urbano coletado no Brasil seja de 228.413 toneladas! Clique aqui para se inscrever e fique ligado em mais informações!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Ao Infinito e Além

Nosso grupo de incansáveis exploradores aos poucos se aproxima da reta final. Tiramos o barco da areia e começamos a navegar em águas inexploradas para nós com pouco além de vontade, conhecimento e paixão. Trabalhos em mãos e aquela ansiedade gostosa dançando na barriga, nos reunimos para discutir datas de lançamento, dentre outras coisas. Posso dizer com muito prazer que em um futuro bastante próximo a CRASE vai estar de pé e correndo... Junto com o pleonasmo, aparentemente. Também teremos algumas surpresas, que estranhamente não foram divulgadas por mim com a minha inabilidade de manter a boca fechada diante de notícias boas.
Aqui vocês podem ver uma foto do que provavelmente foi a última reunião antes do fechamento completo da revista. Me sinto obrigado a pedir desculpas antecipadamente pelo dinheiro gasto com idas ao oftalmologista, porque tenho certeza de que será difícil desgrudar os olhos da revista por um período de tempo maior do que o necessário para pegar uma xícara de café... Ou ir ao banheiro.
sábado, 15 de maio de 2010
"Societardo"
Pra complementar o último post e ainda esclarecer um assunto que me causa um certo desconforto, aí vai uma pequena aula de sociologia.
A esmagadora maioria das pessoas rotulam com nomes como Punk, Grunge, indivíduos de acordo com a forma como se vestem ou com as músicas que ouvem, esquecendo de um pequeno detalhe... Estes são movimentos, são ideias, atitudes. Essa rotulação é compreensível pela necessidade do ser humano de categorizar e estereotipar tudo para um melhor entendimento. Ou seria mesmo por isso?
Qual a vantagem em dividir pessoas em grupos como espécies de ratos de laboratório? Já ouvi pessoas dizerem que esse "agrupamento" as aproxima, mas olhando de um ponto de vista geral -nossa sociedade como um todo-, isso nos distancia. De fato forma grupos mais próximos, mas ao mesmo tempo divide a sociedade numa eterna batalha de julgamentos. Divide o ser humano em "subespécies", as quais não socializam umas com as outras e em doses mais elevadas de estress ou testosterona causam surtos de violência, levando ultimamente ao declínio da sociedade.
A esmagadora maioria das pessoas rotulam com nomes como Punk, Grunge, indivíduos de acordo com a forma como se vestem ou com as músicas que ouvem, esquecendo de um pequeno detalhe... Estes são movimentos, são ideias, atitudes. Essa rotulação é compreensível pela necessidade do ser humano de categorizar e estereotipar tudo para um melhor entendimento. Ou seria mesmo por isso?
Qual a vantagem em dividir pessoas em grupos como espécies de ratos de laboratório? Já ouvi pessoas dizerem que esse "agrupamento" as aproxima, mas olhando de um ponto de vista geral -nossa sociedade como um todo-, isso nos distancia. De fato forma grupos mais próximos, mas ao mesmo tempo divide a sociedade numa eterna batalha de julgamentos. Divide o ser humano em "subespécies", as quais não socializam umas com as outras e em doses mais elevadas de estress ou testosterona causam surtos de violência, levando ultimamente ao declínio da sociedade.
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