Boa tarde, galera!
Cheguei a pouco tempo de São Paulo onde tive algumas reuniões e, por sorte, tive a oportunidade de assistir um pocket show do Roberto Menescal, seguido de uma sessão de autógrafos na Fnac, ambos eventos de lançamento do seu livro "O Barquinho Vai...", escrito pela linda e simpática Bruna Fonte. O livro fala da vida de Roberto, um dos fundadores do movimento bossa nova. Compositor de músicas como O Barquinho e Telefone e, produtor musical, esse gigante é um ícone inegável da música brasileira.
No Conservatório Souza Lima, no evento entitulado Papo de Músico, Menescal e Bruna participaram de um "Q&A", com pausas para músicas que me transportaram de volta ao meu Rio de Janeiro, além de hilariantes histórias compartilhadas por Roberto (Menescal). Se já admirava o trabalho do Menescal, agora sou fã incondicional. Exalando simpatia e bom humor, o mestre deu um show - assim por dizer -, na Fnac paulista, contando histórias e tocando sua viola, além de ter recebido convidados como Emílio Santiago e Ivan Lins - o qual chamou de Tsunami Musical, pelo seu dom magnífico de fazer músicas.
Não sou crítico literário nem um grande connoisseur, sou apenas um amante da leitura, mas posso apontar a excelência no livro, que me fez apreciar ainda mais a Bossa Nova. Devorei-o no avião voltando para o Rio e a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi pesquisar mais sobre Menescal e toda a turma da Bossa Nova. Agora resta a dúvida: comprar ou não comprar outro exemplar? Já tenho ciúmes de outras pessoas lendo o meu autografado, então acho melhor desembolsar outros R$30,00 e manter as dedicatórias (da Bruna e do Menescal) guardadas em segurança.
Cheguei a pouco tempo de São Paulo onde tive algumas reuniões e, por sorte, tive a oportunidade de assistir um pocket show do Roberto Menescal, seguido de uma sessão de autógrafos na Fnac, ambos eventos de lançamento do seu livro "O Barquinho Vai...", escrito pela linda e simpática Bruna Fonte. O livro fala da vida de Roberto, um dos fundadores do movimento bossa nova. Compositor de músicas como O Barquinho e Telefone e, produtor musical, esse gigante é um ícone inegável da música brasileira.
No Conservatório Souza Lima, no evento entitulado Papo de Músico, Menescal e Bruna participaram de um "Q&A", com pausas para músicas que me transportaram de volta ao meu Rio de Janeiro, além de hilariantes histórias compartilhadas por Roberto (Menescal). Se já admirava o trabalho do Menescal, agora sou fã incondicional. Exalando simpatia e bom humor, o mestre deu um show - assim por dizer -, na Fnac paulista, contando histórias e tocando sua viola, além de ter recebido convidados como Emílio Santiago e Ivan Lins - o qual chamou de Tsunami Musical, pelo seu dom magnífico de fazer músicas.
Não sou crítico literário nem um grande connoisseur, sou apenas um amante da leitura, mas posso apontar a excelência no livro, que me fez apreciar ainda mais a Bossa Nova. Devorei-o no avião voltando para o Rio e a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi pesquisar mais sobre Menescal e toda a turma da Bossa Nova. Agora resta a dúvida: comprar ou não comprar outro exemplar? Já tenho ciúmes de outras pessoas lendo o meu autografado, então acho melhor desembolsar outros R$30,00 e manter as dedicatórias (da Bruna e do Menescal) guardadas em segurança.