sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
A Grande Virada
Eu sei, eu sei. Dia 31 de dezembro, muitos estão bebendo desde cedo como se não houvesse amanhã ou simplesmente hoje será um dia que será apagado da História, mas o que muitos esquecem é que a História está sendo escrita agora, neste momento.
É normal fazer coisas que você vá se arrepender, mas não sei o porquê de termos uma maior sensação de liberdade no último dia do ano. Sempre tem aqueles que saem agarrando todas as garotas na praia, os malandros que dizem que tem que beijar quando dá meia-noite, aqueles que jogam flores para Iemanjá fazendo mil promessas. Porém é ainda mais normal não lembrar de nada no dia seguinte, e é aí que mora o perigo. Não se esqueçam que vivemos na Era da Informação e, com um simples toque em um botão do celular, fofocas viram fatos, deslizes viram brigas, novos romances destroem os velhos (sendo flagrado agarrando alguém na festa). Você provavelmente não lembrará de nada que aconteceu hoje, assim como não lembra das promessas feitas no ano passado que mudariam sua maneira de viver hoje em dia.
A vida é assim mesmo, criamos muita expectativa para o que está por vir e conforme o tempo passa, nada fazemos para concretizar nossos objetivos. Mulheres prometem que vão parar de ser tão vaidosas, quando passam duas horas do dia 31 tentando descobrir qual calcinha vai vestir pois acredita que as cores que ela usar por baixo do curto vestido vão influenciar todo o ano que está por vir, sendo que, provavelmente ela usou as mesmas cores no ano passado. Homens prometem levar a vida mais a sério, sendo que viram o ano enchendo a cara e sacaneando os amigos, isso quando não acabam dando em cima da namorada deles, mesmo que sob influência do álcool.
Quer saber? DANE-SE, É ANO NOVO! VAMOS BEBER!!!
Feliz Ano Novo a todos!
É normal fazer coisas que você vá se arrepender, mas não sei o porquê de termos uma maior sensação de liberdade no último dia do ano. Sempre tem aqueles que saem agarrando todas as garotas na praia, os malandros que dizem que tem que beijar quando dá meia-noite, aqueles que jogam flores para Iemanjá fazendo mil promessas. Porém é ainda mais normal não lembrar de nada no dia seguinte, e é aí que mora o perigo. Não se esqueçam que vivemos na Era da Informação e, com um simples toque em um botão do celular, fofocas viram fatos, deslizes viram brigas, novos romances destroem os velhos (sendo flagrado agarrando alguém na festa). Você provavelmente não lembrará de nada que aconteceu hoje, assim como não lembra das promessas feitas no ano passado que mudariam sua maneira de viver hoje em dia.
A vida é assim mesmo, criamos muita expectativa para o que está por vir e conforme o tempo passa, nada fazemos para concretizar nossos objetivos. Mulheres prometem que vão parar de ser tão vaidosas, quando passam duas horas do dia 31 tentando descobrir qual calcinha vai vestir pois acredita que as cores que ela usar por baixo do curto vestido vão influenciar todo o ano que está por vir, sendo que, provavelmente ela usou as mesmas cores no ano passado. Homens prometem levar a vida mais a sério, sendo que viram o ano enchendo a cara e sacaneando os amigos, isso quando não acabam dando em cima da namorada deles, mesmo que sob influência do álcool.
Quer saber? DANE-SE, É ANO NOVO! VAMOS BEBER!!!
Feliz Ano Novo a todos!
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Crase - A Revista Caça-Talentos
Às vezes, para crescer, é necessário se fazer de caça-talentos. Foi assim que adquirimos nossos novos colaboradores e, mais recentemente, Tiago Garcia.
Além de apresentar o progama de televisão TGTV no Woohoo, é colunista da revista Surfar e do site da UOL, encontrando ainda tempo para explorar o mundo aquático como mergulhador profissional!
Mergulhando de cabeça na redação da Crase, Tiago é o novo redator sobre cinema, trazendo tudo o que você precisa saber sobre o mundo do entretenimento nas telonas.
Você vai precisar de pipoca até mesmo para ler a coluna.
Além de apresentar o progama de televisão TGTV no Woohoo, é colunista da revista Surfar e do site da UOL, encontrando ainda tempo para explorar o mundo aquático como mergulhador profissional!
Mergulhando de cabeça na redação da Crase, Tiago é o novo redator sobre cinema, trazendo tudo o que você precisa saber sobre o mundo do entretenimento nas telonas.
Você vai precisar de pipoca até mesmo para ler a coluna.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Camisinhas e Conspirações
Sinceramente, quem nunca fez algo que não devia? Todo mundo já ficou com alguém que não devia, nem que fosse uma recaída com um ex, todo mundo já falou algo que não devia, enfim, ninguém está livre de cometer erros, mas nem por isso todos nós temos uma ficha criminal e tivemos nossas fotos distribuídas por 188 países.
A grande maioria dos homens que conheço já teve um momento de calor extremo (ou embriaguez) onde não existiam preservativos ou não lembraram, porém, até onde sei, nenhum deles tem como inimigo a maior potência econômica e militar do mundo. Está certo que as leis variam de acordo com os países, mas daí a pedir ajuda à Interpol para capturar um homem que está sendo acusado de "um tipo mais leve de estupro" por não querer usar preservativo durante uma relação sexual, nos remete à um velho assunto muito comum quando se fala dos Estados Unidos: conspirações.
Há muito se diz que inúmeras pessoas foram assassinadas pelo governo americano por incitar revoluções, colocar a população contra o governo, até mesmo por adultério. Basta digitar no Google nomes como Janis Joplin, Jimmy Hendrix John Keneddy entre outros. Sou o tipo de pessoa que desconfia de tudo, inclusive da existência de tais conspirações, mas o fato é que os recentes acontecimentos envolvendo Julian Assange realmente nos fazem refletir se o governo sueco está sofrendo algum tipo de pressão por parte dos americanos para chegar a distribuir as chamadas "notas vermelhas", onde as pessoas são estimuladas a delatar a localização de determinado indivíduo na delegacia mais próxima, em 188 países para ter a custódia de alguém que pode ser extremamente perigoso por se recusar a usar camisinha. Isso provavelmente não teria sido feito nem se ele tivesse estuprado de fato 5 suecas e lhes transmitido HIV intencionalmente.
Julian Assange ficou conhecido por criar um site chamado Wikileaks, onde centenas de documentos revelando grandes "marcas de batom" na cueca do governo americano para as milhões de esposas no mundo todo, tais como crimes de guerra no Afeganistão e Iraque, assim como execuções extrajudiciais no Quênia, entre tantos outros podres. Além de ter ganho diversos prêmios, fornecia tais informações à alguns dos maiores veículos de comunicação do mundo, algo que aumentava sua credibilidade.
Sei que já cansaram de ouvir isso porém, mais do que nunca, USEM PRESERVATIVOS!
Ou simplesmente não se metam com o governo americano.
A grande maioria dos homens que conheço já teve um momento de calor extremo (ou embriaguez) onde não existiam preservativos ou não lembraram, porém, até onde sei, nenhum deles tem como inimigo a maior potência econômica e militar do mundo. Está certo que as leis variam de acordo com os países, mas daí a pedir ajuda à Interpol para capturar um homem que está sendo acusado de "um tipo mais leve de estupro" por não querer usar preservativo durante uma relação sexual, nos remete à um velho assunto muito comum quando se fala dos Estados Unidos: conspirações.
Há muito se diz que inúmeras pessoas foram assassinadas pelo governo americano por incitar revoluções, colocar a população contra o governo, até mesmo por adultério. Basta digitar no Google nomes como Janis Joplin, Jimmy Hendrix John Keneddy entre outros. Sou o tipo de pessoa que desconfia de tudo, inclusive da existência de tais conspirações, mas o fato é que os recentes acontecimentos envolvendo Julian Assange realmente nos fazem refletir se o governo sueco está sofrendo algum tipo de pressão por parte dos americanos para chegar a distribuir as chamadas "notas vermelhas", onde as pessoas são estimuladas a delatar a localização de determinado indivíduo na delegacia mais próxima, em 188 países para ter a custódia de alguém que pode ser extremamente perigoso por se recusar a usar camisinha. Isso provavelmente não teria sido feito nem se ele tivesse estuprado de fato 5 suecas e lhes transmitido HIV intencionalmente.
Julian Assange ficou conhecido por criar um site chamado Wikileaks, onde centenas de documentos revelando grandes "marcas de batom" na cueca do governo americano para as milhões de esposas no mundo todo, tais como crimes de guerra no Afeganistão e Iraque, assim como execuções extrajudiciais no Quênia, entre tantos outros podres. Além de ter ganho diversos prêmios, fornecia tais informações à alguns dos maiores veículos de comunicação do mundo, algo que aumentava sua credibilidade.
Sei que já cansaram de ouvir isso porém, mais do que nunca, USEM PRESERVATIVOS!
Ou simplesmente não se metam com o governo americano.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Número 5!
Que a CRASE é uma revista focada em mostrar novos lados das notícias você já sabe, mas nesta 5ª edição você vai saber mais sobre a imagem que você, como cidadão brasileiro, e suas atitudes são vistas fora deste cenário tropical que tanto atrai turistas.
Desde a revolução da moeda nacional com o plano Real até as Unidades de Polícia Pacificadora, que não deixam os bandidos em paz. Mas trocadilhos à parte, nesta edição você terá a oportunidade de conhecer as mudanças mais recentes que influenciaram sobre a impressão que o mundo tem de você sem mesmo lhe conhecer. Desmentindo o ditado que diz que a primeira impressão é a que fica.
Mais uma vez, obrigado a todos por acompanharem nosso trabalho.
Um grande abraço da redação.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Tijolos de Um Castelo
Boa tarde a todos! Venho por meio deste comunicar mais novidades na revista... Sou formal, não?
Bom, vamos ao que interessa... A família CRASE cresceu mais um pouco! Por favor dêem as boas vindas ao colunista Leandro Bertholini e ao redator Vinicius Baião, os mais novos integrantes da nossa redação!
Bertholini - o Bertho - é jornalista, escritor, roteirista, redator e ator (quanto título, né? Quem pode, pode) . Dono de um poço de criatividade fenomenal, Bertho faz análises críticas de espetáculos, além de divulgar e promover eventos dentro de artes cênicas.
Após a querida Gui Liaga ter deixado nossa redação (mesmo ainda nos ajudando com o que pode), tivemos um vazio bem grande para preencher e sapatos maiores ainda para serem calçados (esse ditado serve em português?). Foi então que o brilhante Vinicius Baião apareceu, respondendo às nossas preces. Professor e ator, ele já ultrapassou todas as nossas expectativas.
Gostaria de agradecer, em nome de todos da CRASE, aos dois, por estarem participando dessa iniciativa inicial (e da-lhe pleonasmo). Digo isso por saber que nenhum começo é fácil e, muito menos agarrar uma ideia inovadora desta forma. Obrigado!
Recebam nossos novos integrantes com o mesmo carinho com que nos receberam 5 meses atrás.
Grande abraço!
Bom, vamos ao que interessa... A família CRASE cresceu mais um pouco! Por favor dêem as boas vindas ao colunista Leandro Bertholini e ao redator Vinicius Baião, os mais novos integrantes da nossa redação!
Bertholini - o Bertho - é jornalista, escritor, roteirista, redator e ator (quanto título, né? Quem pode, pode) . Dono de um poço de criatividade fenomenal, Bertho faz análises críticas de espetáculos, além de divulgar e promover eventos dentro de artes cênicas.
Após a querida Gui Liaga ter deixado nossa redação (mesmo ainda nos ajudando com o que pode), tivemos um vazio bem grande para preencher e sapatos maiores ainda para serem calçados (esse ditado serve em português?). Foi então que o brilhante Vinicius Baião apareceu, respondendo às nossas preces. Professor e ator, ele já ultrapassou todas as nossas expectativas.
Gostaria de agradecer, em nome de todos da CRASE, aos dois, por estarem participando dessa iniciativa inicial (e da-lhe pleonasmo). Digo isso por saber que nenhum começo é fácil e, muito menos agarrar uma ideia inovadora desta forma. Obrigado!
Recebam nossos novos integrantes com o mesmo carinho com que nos receberam 5 meses atrás.
Grande abraço!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Ô Meu Rio...
A loucura continua... Ônibus e carros queimados, arrastões a torto e a direito, tiroteios.... O Rio de Janeiro está em guerra. Com milhões de explicações para isso, 2 se sobressaem: represália contra a implementação das UPPs nos morros e uma forma de desviar atenção para o objetivo principal; entrar no Rio com um caminhão cheio de dinamite. As duas explicações se entrelaçam e se completam, além de serem bastante plausíveis, então minha opinião pessoal é que seja isso mesmo.
Como acabar com isso? Infelizmente existem três opções: devolver a liberdade dos bandidos de comandarem os morros, partir pra cima com tudo, feito um touro ensandecido ou fazer um acordo; "aí, não mata e rouba ninguém que deixamos vocês venderem suas drogas". Eu voto no touro ensandecido... Direitos humanos? Citarei o professor, escritor e produtor Vinicios Baião: "E quanto aos direitos humanos, vamos guardá-los para quem, de fato, age humanamente."
Como acabar com isso? Infelizmente existem três opções: devolver a liberdade dos bandidos de comandarem os morros, partir pra cima com tudo, feito um touro ensandecido ou fazer um acordo; "aí, não mata e rouba ninguém que deixamos vocês venderem suas drogas". Eu voto no touro ensandecido... Direitos humanos? Citarei o professor, escritor e produtor Vinicios Baião: "E quanto aos direitos humanos, vamos guardá-los para quem, de fato, age humanamente."
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Psicografando a Quarta Edição
Edição fresquinha saindo hoje!
Neste mês, falaremos sobre ícones que deixaram suas marcas no mundo, com uma atenção especial ao grande Chico Xavier. Um inegável exemplo de ser humano, não podíamos falar de celebridades já falecidas sem mencionar o grande intérprete do pós-vida, concordam?
Tenho certeza de que mais uma vez não desapontaremos, afinal, trabalho feito com sazon "normalmente" é trabalho bem feito.
Mas humildade à parte, espero que gostem da nova edição. Mais uma vez nos botamos à prova e trabalhamos duro para passar nossa mensagem, assim como informar e entreter.
Obrigado e um grande abraço!
"Rafael saiu do prédio." - Será que referências ao Elvis funcionam em português?
Neste mês, falaremos sobre ícones que deixaram suas marcas no mundo, com uma atenção especial ao grande Chico Xavier. Um inegável exemplo de ser humano, não podíamos falar de celebridades já falecidas sem mencionar o grande intérprete do pós-vida, concordam?
Tenho certeza de que mais uma vez não desapontaremos, afinal, trabalho feito com sazon "normalmente" é trabalho bem feito.
Mas humildade à parte, espero que gostem da nova edição. Mais uma vez nos botamos à prova e trabalhamos duro para passar nossa mensagem, assim como informar e entreter.
Obrigado e um grande abraço!
"Rafael saiu do prédio." - Será que referências ao Elvis funcionam em português?
sábado, 23 de outubro de 2010
O Barquinho Vai...
Boa tarde, galera!
Cheguei a pouco tempo de São Paulo onde tive algumas reuniões e, por sorte, tive a oportunidade de assistir um pocket show do Roberto Menescal, seguido de uma sessão de autógrafos na Fnac, ambos eventos de lançamento do seu livro "O Barquinho Vai...", escrito pela linda e simpática Bruna Fonte. O livro fala da vida de Roberto, um dos fundadores do movimento bossa nova. Compositor de músicas como O Barquinho e Telefone e, produtor musical, esse gigante é um ícone inegável da música brasileira.
No Conservatório Souza Lima, no evento entitulado Papo de Músico, Menescal e Bruna participaram de um "Q&A", com pausas para músicas que me transportaram de volta ao meu Rio de Janeiro, além de hilariantes histórias compartilhadas por Roberto (Menescal). Se já admirava o trabalho do Menescal, agora sou fã incondicional. Exalando simpatia e bom humor, o mestre deu um show - assim por dizer -, na Fnac paulista, contando histórias e tocando sua viola, além de ter recebido convidados como Emílio Santiago e Ivan Lins - o qual chamou de Tsunami Musical, pelo seu dom magnífico de fazer músicas.
Não sou crítico literário nem um grande connoisseur, sou apenas um amante da leitura, mas posso apontar a excelência no livro, que me fez apreciar ainda mais a Bossa Nova. Devorei-o no avião voltando para o Rio e a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi pesquisar mais sobre Menescal e toda a turma da Bossa Nova. Agora resta a dúvida: comprar ou não comprar outro exemplar? Já tenho ciúmes de outras pessoas lendo o meu autografado, então acho melhor desembolsar outros R$30,00 e manter as dedicatórias (da Bruna e do Menescal) guardadas em segurança.
Cheguei a pouco tempo de São Paulo onde tive algumas reuniões e, por sorte, tive a oportunidade de assistir um pocket show do Roberto Menescal, seguido de uma sessão de autógrafos na Fnac, ambos eventos de lançamento do seu livro "O Barquinho Vai...", escrito pela linda e simpática Bruna Fonte. O livro fala da vida de Roberto, um dos fundadores do movimento bossa nova. Compositor de músicas como O Barquinho e Telefone e, produtor musical, esse gigante é um ícone inegável da música brasileira.
No Conservatório Souza Lima, no evento entitulado Papo de Músico, Menescal e Bruna participaram de um "Q&A", com pausas para músicas que me transportaram de volta ao meu Rio de Janeiro, além de hilariantes histórias compartilhadas por Roberto (Menescal). Se já admirava o trabalho do Menescal, agora sou fã incondicional. Exalando simpatia e bom humor, o mestre deu um show - assim por dizer -, na Fnac paulista, contando histórias e tocando sua viola, além de ter recebido convidados como Emílio Santiago e Ivan Lins - o qual chamou de Tsunami Musical, pelo seu dom magnífico de fazer músicas.
Não sou crítico literário nem um grande connoisseur, sou apenas um amante da leitura, mas posso apontar a excelência no livro, que me fez apreciar ainda mais a Bossa Nova. Devorei-o no avião voltando para o Rio e a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi pesquisar mais sobre Menescal e toda a turma da Bossa Nova. Agora resta a dúvida: comprar ou não comprar outro exemplar? Já tenho ciúmes de outras pessoas lendo o meu autografado, então acho melhor desembolsar outros R$30,00 e manter as dedicatórias (da Bruna e do Menescal) guardadas em segurança.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Livros sem dono
Já ouviu falar em BookCrossing (algo como a 'corrida do livro')? Pois é uma campanha mundial que pretende aumentar o interesse pela literatura, aproximando pessoas do mundo inteiro pela curiosidade. Para participar você pode cadastrar um exemplar qualquer no site oficial, imprimir uma etiqueta, colar no livro e deixá-lo em pontos estratégicos - existem lugares fixos conhecidos ou pode ser um local que você escolher, bares, restaurantes, museus, praças etc. Assim, quem encontrar o livro, deverá entrar no site com o código da etiqueta e resgitrar onde o encontrou. Depois é só ler e deixar em outro lugar para que outra pessoa possa achá-lo. A iniciativa foi criada em 2001 e tem ganhado adeptos no mundo inteiro. No Brasil já são 2 mil cadastrados, mas os pontos se concentram em São Paulo. Com o lema "ler, registrar e libertar", será que o movimento pode vingar no nosso país? O que falta para os brasileiros começarem a ler mais? Muita gente acha que o projeto não terá sucesso aqui, pois somos uma sociedade ignorantes que não lêem e possuímos políticas públicas educacionais fracas. Sem falar que muitos acreditam que ninguém vá devolver o livro. Mas a idéia pode sim incentivar o gosto pela leitura e deixar muitos curiosos interessados na campanha, basta terem conhecimento - e, para isso, precisamos de uma boa divulgação, né Ministério da Cultura?
Para acessar o site, clique aqui.
Para acessar o site, clique aqui.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Os 33
Boa noite, galera! Peço desculpas por não ter postado nada, mas a vida de editor não é fácil e, a CRASE não para por um segundo.
Queria dar um parecer sobre a mais nova sensação da mídia, os mineiros chilenos. Queria mostrar não o que se vê em todos os jornais e revistas, mas uma visão craseana da situação.
Sim, o resgate foi um sucesso, felizmente conseguiram tirar os 33 mineiros e a maioria já deixou o hospital. É impossível imaginar o que esses homens devem ter passado, ainda mais eu, que sou quase claustrofóbico e, só de pensar sinto um calafrio na espinha.
Mas aparentemente nada de bom ou ruim acontece nesse mundo sem que alguém ganhe algum tipo de vantagem. Deixemos a fantasia de lado para observar as repercussões reais e objetivas deste evento, como a popularidade do presidente chileno, Sebastián Piñera, que aumentou em 11% desde a operação de resgate, ou as inúmeras empresas que usaram do acidente para promoverem-se.
Prevejo o batizado dos mineradores envolvidos no acidente, o grupo será chamado de "Os 33". Esses homens, sem querer, viraram figuras emblemáticas, celebridades com propostas para aparecer em espaços como a TV, literatura e esportes. É impressionante a capacidade da mídia de transformar desastres em talões de cheque milionários. Isso sem contar com a mineradora, que agora pode dar adeus a qualquer tipo de atividade, pois sempre será mal vista e seus cofres serão limpados pelas famílias das vítimas, que pedem U$12 milhões em indenizações. Já não basta tudo o que ganharam de grandes empresas e o status de celebridade que obviamente vem carregado de regalias? A questão é sempre a mesma. Dinheiro, dinheiro, dinheiro...
É importante a atenção a esse tipo de mercado para podermos ver através da mentirada toda... E lembrem-se; nada vai ao ar sem trazer algum tipo de benefício financeiro.
Queria dar um parecer sobre a mais nova sensação da mídia, os mineiros chilenos. Queria mostrar não o que se vê em todos os jornais e revistas, mas uma visão craseana da situação.
Sim, o resgate foi um sucesso, felizmente conseguiram tirar os 33 mineiros e a maioria já deixou o hospital. É impossível imaginar o que esses homens devem ter passado, ainda mais eu, que sou quase claustrofóbico e, só de pensar sinto um calafrio na espinha.
Mas aparentemente nada de bom ou ruim acontece nesse mundo sem que alguém ganhe algum tipo de vantagem. Deixemos a fantasia de lado para observar as repercussões reais e objetivas deste evento, como a popularidade do presidente chileno, Sebastián Piñera, que aumentou em 11% desde a operação de resgate, ou as inúmeras empresas que usaram do acidente para promoverem-se.
Prevejo o batizado dos mineradores envolvidos no acidente, o grupo será chamado de "Os 33". Esses homens, sem querer, viraram figuras emblemáticas, celebridades com propostas para aparecer em espaços como a TV, literatura e esportes. É impressionante a capacidade da mídia de transformar desastres em talões de cheque milionários. Isso sem contar com a mineradora, que agora pode dar adeus a qualquer tipo de atividade, pois sempre será mal vista e seus cofres serão limpados pelas famílias das vítimas, que pedem U$12 milhões em indenizações. Já não basta tudo o que ganharam de grandes empresas e o status de celebridade que obviamente vem carregado de regalias? A questão é sempre a mesma. Dinheiro, dinheiro, dinheiro...
É importante a atenção a esse tipo de mercado para podermos ver através da mentirada toda... E lembrem-se; nada vai ao ar sem trazer algum tipo de benefício financeiro.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Edição de outubro
Dia 5. Nova edição. Mais um mês. Em outubro, a CRASE mostra a visão por cima da continuação do filme Tropa de Elite. Como a produção chegou a ser uma das mais aclamadas do país e o que tem de verdade nessa história, que envolve política, segurança e sociedade. Você já parou para pensar o motivo do protagonista Capitão Nascimento ter virado um verdadeiro herói? Será que a sociedade brasileira vê nas ações do BOPE a solução para a combater ou, pelo menos, retardar os efeitos da criminalidade? Em recente entrevista, o diretor José Padilha chegou a firmar que Nascimento é o 007 brasileiro. O que pensar sobre?
A revista também vem recheada de matérias sobre música, política, moda e literatura com a forte temática de covers e imitações. Você já refletiu bem sobre esse tema? Saiba melhor nessa edição, que estará no ar hoje, às 21 horas.
A revista também vem recheada de matérias sobre música, política, moda e literatura com a forte temática de covers e imitações. Você já refletiu bem sobre esse tema? Saiba melhor nessa edição, que estará no ar hoje, às 21 horas.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Fase de Crescimento
E a CRASE recentemente abriu seus braços para receber novos e excepcionais membros!
Tenho orgulho de apresentar para vocês os mais novos integrantes da família:
Clarissa Affonseca, nossa redatora de moda. Inteligente e sofisticada, ela traz além de uma extensa bagagem de conhecimento, uma força feminina, já que até agora a Gui Liaga estava em grande desvantagem númerica.
Diego Val, fotógrafo milagreiro que nos faz parecer apresentáveis apesar dos narizes grandes e cabelos sem corte.
Diego Senra, assessor de imprensa e nosso consultor, é a experiência por trás das cortinas. Mantém nossos pés no chão e abre portas para o contato com o mundo exterior (isso mesmo, criei um mundo só da CRASE).
Obrigado a todos por ajudar a trazer à vida a Revista CRASE.
Tenho orgulho de apresentar para vocês os mais novos integrantes da família:
Clarissa Affonseca, nossa redatora de moda. Inteligente e sofisticada, ela traz além de uma extensa bagagem de conhecimento, uma força feminina, já que até agora a Gui Liaga estava em grande desvantagem númerica.
Diego Val, fotógrafo milagreiro que nos faz parecer apresentáveis apesar dos narizes grandes e cabelos sem corte.
Diego Senra, assessor de imprensa e nosso consultor, é a experiência por trás das cortinas. Mantém nossos pés no chão e abre portas para o contato com o mundo exterior (isso mesmo, criei um mundo só da CRASE).
Obrigado a todos por ajudar a trazer à vida a Revista CRASE.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
NWT Sem Tinta!
Pequeno e válido post para deixar todos em dia.
O gigante da mídia New York Times anunciou nesta quarta feira que assim como nosso querido Jornal do Brasil, o jornal eventualmente irá sair de circulação para entrar no mundo virtual por completo, sem tiragem. Essa decisão vem de previsões de que até 2015, o papel se tornará obsoleto, o que não é uma grande surpresa, devido à crescente tendência de levar experiências físicas para o espaço virtual.
Confirma-se então que os integrantes da CRASE não são completamente malucos. Apenas visionários com muita coisa pra falar.
O gigante da mídia New York Times anunciou nesta quarta feira que assim como nosso querido Jornal do Brasil, o jornal eventualmente irá sair de circulação para entrar no mundo virtual por completo, sem tiragem. Essa decisão vem de previsões de que até 2015, o papel se tornará obsoleto, o que não é uma grande surpresa, devido à crescente tendência de levar experiências físicas para o espaço virtual.
Confirma-se então que os integrantes da CRASE não são completamente malucos. Apenas visionários com muita coisa pra falar.
domingo, 5 de setembro de 2010
Gêmeas? Não, irmãs apenas...
Aí está nossa segunda e renovada edição. Como o título sugere, apesar de irmãs, cada uma mantém a sua própria particularidade. E isso é um compromisso! Mês passado, apresentamos a CRASE com um editorial voltado para a contracultura e seus exemplos. Agora que já fomos devidamente apresentados, propusemos um papo descontraído e informacional sobre a transparência em vários setores do nosso país. Afinal, trata-se do último lançamento que teremos antes das eleições. É hora de abrir os olhos.
Nessa imersão em busca da transparência, nos aventuramos até mesmo por mares nunca d’antes navegados: A moda. Porém, não o fizemos sem antes chamar quem entende do assunto. Fernanda Slama, parte da nova safra de bons estilistas do país, é nossa cicerone pelas bandas mais ''fashions''. Ela faz uma analise de como a moda acontece no mundo da política, na nova seção intitulada de “CRASE Convida”. Todo mês, teremos diferentes profissionais dando suas opiniões sobre seus universos particulares, claro, sempre de um modo “CRASE” de ser.
Esperamos sinceramente que se divirtam ao ler, pois nós nos divertimos muito ao fazer. Inclusive, seria ótimo ver alguns comentários por aqui e nas colunas. Esses espaços pertencem à vocês, e nesse início de caminhada, a opinião de vocês se faz Imprescindível. Até o próximo comunicado e; mês que vem teremos mais novidades, cada vez maiores e mais ambiciosas!
sábado, 28 de agosto de 2010
McDia Feliz, Pop-Ups e Spams
Nosso querido Cadu Senra inaugurou hoje sua coluna falando dos infames pop-ups, spams e todas essas ferramentas virtuais irritantes que ninguém lê e, que por vezes contém informações importantes.
Em outra nota, hoje é o McDia Feliz! Iniciativa do McDonalds para ajudar crianças carentes. Nesse dia cinzento maravilhoso, sinto-me na obrigação de adverti-los que os lanches do McDonalds ainda estão sujeitos a impostos, então não compre o Big Mac na promoção, compre por um ticket avulso que está sendo vendido por voluntários, sendo um deles nosso anão favorito, Cadu Senra! Só dessa forma o dinheiro vai todo para a casa.
Lembre-se, você pode se empanturrar em qualquer outro dia. Hoje é dia de ajudar as crianças!
Em outra nota, hoje é o McDia Feliz! Iniciativa do McDonalds para ajudar crianças carentes. Nesse dia cinzento maravilhoso, sinto-me na obrigação de adverti-los que os lanches do McDonalds ainda estão sujeitos a impostos, então não compre o Big Mac na promoção, compre por um ticket avulso que está sendo vendido por voluntários, sendo um deles nosso anão favorito, Cadu Senra! Só dessa forma o dinheiro vai todo para a casa.
Lembre-se, você pode se empanturrar em qualquer outro dia. Hoje é dia de ajudar as crianças!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
CRASE 2, O Retorno
Mais trabalho para os Oompa Loompas da CRASE! Enquanto nos aproximamos do mês de Setembro, uma força sobrenatural dobra a quantidade de trabalho, fazendo com que o Dans eu fiquemos até às 5 da matina quase todo dia escrevendo, diagramando, criando arte, editando, aquela coisa toda gostosa que fazemos todo mês.
Como caminhamos em direção às eleições, o tema desta próxima edição será transparência. Então esperem dedos em feridas! É nojento, eu sei, mas foi o melhor jeito de descrever.
Queríamos também agradecer a todos pelos elogios, parabenizações e críticas construtivas. Obrigado por mentirem tão bem!
Amo todos vocês!
Mentira, alguns eu só gosto e outros eu não conheço. Mas obrigado!
Como caminhamos em direção às eleições, o tema desta próxima edição será transparência. Então esperem dedos em feridas! É nojento, eu sei, mas foi o melhor jeito de descrever.
Queríamos também agradecer a todos pelos elogios, parabenizações e críticas construtivas. Obrigado por mentirem tão bem!
Amo todos vocês!
Mentira, alguns eu só gosto e outros eu não conheço. Mas obrigado!
domingo, 15 de agosto de 2010
Como Faz?
Boa noite, bom dia e boa tarde a todos. Nesse post, farei um pequeno "Q and A" da Revista CRASE, para esclarecer as dúvidas mais comuns em relação ao site. Essas dúvidas já eram esperadas por nós - por termos uma apresentação tão inovadora -, então não priemos cânico, aí vão:
Tenho dificuldades em ler as matérias da revista, existe alguma forma de melhorar?
A Revista CRASE, sendo uma revista eletrônica, tem a sua visualização dependente do computador de cada leitor. O tamanho da revista varia de acordo com a resolução da tela e tamanho do monitor. Felizmente, temos a opção de visualizar a revista em tamanho real, o que amplia a imagem, deixando o texto mais claro, ou se você preferir, a opção de zoom tem a mesma função, mas ao invés de imediatamente aumentar a revista até o tamanho real, ela o faz por partes.
Outra opção que também ajuda na visualização é o botão de tela cheia. Em certas resoluções (como 1024 X 768), essa opção é suficiente para uma boa leitura da revista.
Existe uma forma de manter o zoom mesmo depois de virar uma página?
Infelizmente não. O aplicativo (flash) não permite, mas estamos trabalhando para achar uma solução permanente.
Qual a função do Blog? Vocês já tem as matérias e as colunas!
O blog é usado como uma forma de mostrar os bastidores da Revista CRASE. Os processos de criação, novidades e provavelmente trivias da revista vão aparecer aqui, além deste ser um espaço para vocês leitores participarem da revista com opiniões, críticas (construtivas), ideias.. O que for.
Quais outras funções estão disponíveis na revista?
Além das opções acima, também temos as de impressão, download da revista, contato e som.
O download da revista é feito em formato PDF, tornando assim possível a leitura offline e em iPhones e Blackberries para aqueles interessados.
Clicando em contato, uma pequena janela será aberta e qualquer mensagem digitada na caixa será enviada direto para o email da revista.
Bom, por enquanto é só pessoal. Dêem um toque caso eu não tenha mencionado algo importante.
Tenho dificuldades em ler as matérias da revista, existe alguma forma de melhorar?
A Revista CRASE, sendo uma revista eletrônica, tem a sua visualização dependente do computador de cada leitor. O tamanho da revista varia de acordo com a resolução da tela e tamanho do monitor. Felizmente, temos a opção de visualizar a revista em tamanho real, o que amplia a imagem, deixando o texto mais claro, ou se você preferir, a opção de zoom tem a mesma função, mas ao invés de imediatamente aumentar a revista até o tamanho real, ela o faz por partes.
Outra opção que também ajuda na visualização é o botão de tela cheia. Em certas resoluções (como 1024 X 768), essa opção é suficiente para uma boa leitura da revista.
Existe uma forma de manter o zoom mesmo depois de virar uma página?
Infelizmente não. O aplicativo (flash) não permite, mas estamos trabalhando para achar uma solução permanente.
Qual a função do Blog? Vocês já tem as matérias e as colunas!
O blog é usado como uma forma de mostrar os bastidores da Revista CRASE. Os processos de criação, novidades e provavelmente trivias da revista vão aparecer aqui, além deste ser um espaço para vocês leitores participarem da revista com opiniões, críticas (construtivas), ideias.. O que for.
Quais outras funções estão disponíveis na revista?
Além das opções acima, também temos as de impressão, download da revista, contato e som.
O download da revista é feito em formato PDF, tornando assim possível a leitura offline e em iPhones e Blackberries para aqueles interessados.
Clicando em contato, uma pequena janela será aberta e qualquer mensagem digitada na caixa será enviada direto para o email da revista.
Bom, por enquanto é só pessoal. Dêem um toque caso eu não tenha mencionado algo importante.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
E é uma revista! Hora do nascimento, 21:10
Depois de muito trabalho árduo, chegou a hora de mostrar a nossa cara! A revista CRASE finalmente escancara suas páginas no dia de hoje, 5 de Agosto de 2010, exatamente às 21:10 da noite e debaixo de muita chuva na cidade do Rio de Janeiro. Perfeita para lavar a alma e preparar nossos espíritos para o que vem pela frente. Renovamos aqui o nosso compromisso com a informação útil e crítica mostrando, como o nosso nome sugere, o outro lado das matérias jornalísticas.
Esperamos sinceramente que todo o esforço que tivemos até agora na preparação da revista, traga a vocês o prazer da boa leitura e da satisfação pessoal em acumular mais conhecimento. Desejamos uma boa viagem pelas nossas páginas virtuais, que estarão sempre dispostas a lhes proporcionar uma ótima experiência literária.
Esperamos sinceramente que todo o esforço que tivemos até agora na preparação da revista, traga a vocês o prazer da boa leitura e da satisfação pessoal em acumular mais conhecimento. Desejamos uma boa viagem pelas nossas páginas virtuais, que estarão sempre dispostas a lhes proporcionar uma ótima experiência literária.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Vamos limpar o Brasil!
Nos dias 19 e 20 de maio, rolou o III Fórum de Comunicação e Sustentabilidade e a Revista Crase marcou presença nas discussões. Dentre os 'cabeças' a frente do projeto, estavam os Prêmios Nobel da Paz Rigoberta Menchú e Mohammad Yunus. Além de nomes importantíssimos na luta pela igualdade social como Leonardo Boff, MV Bill, André Trigueiro, entre outros. Contudo, quem mais chamou atenção foi o estoniano Rainer Nõlvak, que desenvolveu um projeto brilhante para limpar o seu país e diminuir a quantidade de lixo. Tudo bem que a Estônia é considerada um pedaço de terra se comparada ao tamanho do Brasil, mas a idéia é tão boa que já foi adotada pelo governo carioca. O projeto pretende, através de voluntários (você, eu, o tiozão da banca, o riquinho da praia, o adolescente revoltado etc), convocar um multirão para ir em um único dia às ruas da cidade, estado ou país para retirar todo o lixo jogado em rios, florestas, avenidas, valões... Segundo o Limpa Brasil, serão necessários 150 mil voluntários para a ação. Eu já me inscrevi e com certeza a revista estará presente no dia. Ainda sem data agendada, o empreendimento conta com o apoio de 50 empresas, 12 instituições públicas e um financiamento de parceiros em torno de 3.8 milhões de reais. Os dados do IBGE confirmam que a quantidade diária de lixo urbano coletado no Brasil seja de 228.413 toneladas! Clique aqui para se inscrever e fique ligado em mais informações!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Ao Infinito e Além

Nosso grupo de incansáveis exploradores aos poucos se aproxima da reta final. Tiramos o barco da areia e começamos a navegar em águas inexploradas para nós com pouco além de vontade, conhecimento e paixão. Trabalhos em mãos e aquela ansiedade gostosa dançando na barriga, nos reunimos para discutir datas de lançamento, dentre outras coisas. Posso dizer com muito prazer que em um futuro bastante próximo a CRASE vai estar de pé e correndo... Junto com o pleonasmo, aparentemente. Também teremos algumas surpresas, que estranhamente não foram divulgadas por mim com a minha inabilidade de manter a boca fechada diante de notícias boas.
Aqui vocês podem ver uma foto do que provavelmente foi a última reunião antes do fechamento completo da revista. Me sinto obrigado a pedir desculpas antecipadamente pelo dinheiro gasto com idas ao oftalmologista, porque tenho certeza de que será difícil desgrudar os olhos da revista por um período de tempo maior do que o necessário para pegar uma xícara de café... Ou ir ao banheiro.
sábado, 15 de maio de 2010
"Societardo"
Pra complementar o último post e ainda esclarecer um assunto que me causa um certo desconforto, aí vai uma pequena aula de sociologia.
A esmagadora maioria das pessoas rotulam com nomes como Punk, Grunge, indivíduos de acordo com a forma como se vestem ou com as músicas que ouvem, esquecendo de um pequeno detalhe... Estes são movimentos, são ideias, atitudes. Essa rotulação é compreensível pela necessidade do ser humano de categorizar e estereotipar tudo para um melhor entendimento. Ou seria mesmo por isso?
Qual a vantagem em dividir pessoas em grupos como espécies de ratos de laboratório? Já ouvi pessoas dizerem que esse "agrupamento" as aproxima, mas olhando de um ponto de vista geral -nossa sociedade como um todo-, isso nos distancia. De fato forma grupos mais próximos, mas ao mesmo tempo divide a sociedade numa eterna batalha de julgamentos. Divide o ser humano em "subespécies", as quais não socializam umas com as outras e em doses mais elevadas de estress ou testosterona causam surtos de violência, levando ultimamente ao declínio da sociedade.
A esmagadora maioria das pessoas rotulam com nomes como Punk, Grunge, indivíduos de acordo com a forma como se vestem ou com as músicas que ouvem, esquecendo de um pequeno detalhe... Estes são movimentos, são ideias, atitudes. Essa rotulação é compreensível pela necessidade do ser humano de categorizar e estereotipar tudo para um melhor entendimento. Ou seria mesmo por isso?
Qual a vantagem em dividir pessoas em grupos como espécies de ratos de laboratório? Já ouvi pessoas dizerem que esse "agrupamento" as aproxima, mas olhando de um ponto de vista geral -nossa sociedade como um todo-, isso nos distancia. De fato forma grupos mais próximos, mas ao mesmo tempo divide a sociedade numa eterna batalha de julgamentos. Divide o ser humano em "subespécies", as quais não socializam umas com as outras e em doses mais elevadas de estress ou testosterona causam surtos de violência, levando ultimamente ao declínio da sociedade.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Contra-a-cultura. Contracultura. Contra o que? Ah, cultura!
Lendo revistas, me embrenhando na floresta de fóruns online e conversando muito em mesas de bar, cheguei à conclusão de que pouca gente tem conhecimento de um movimento que durou quase 30 anos, nos influenciando até hoje. Afinal o que é a contracultura? Para ‘decifrar’ o termo óbvio, bom senso e meio cérebro funcionando seriam o suficiente para entender a sua lógica e, automaticamente, decifrar seu significado.
Iniciado em meados da década de 40, esse movimento ganhou força nos anos 60 com a disseminação de novos meios de comunicação em massa. A sua estrutura veio da exigência feita por jovens intelectuais (ou rebeldes sem causa) por uma mudança de valores. Cansados da falta de liberdade numa sociedade conservadora, esses jovens optaram pelo radicalismo para fazer essa transição. O que pouca gente sabe ou se dá ao trabalho de pesquisar/filosofar, é que o movimento da contracultura pode ser visto como um fenômeno, uma situação concreta ou algo mais abstrato, como uma linha de pensamento.
De um lado temos os hippies, crias do movimento artístico e comportamental da Geração Beat (já discutida aqui no blog), onde a arte era extremamente valorizada, a expressão objetal da angústia era necessária. Do outro temos filósofos seguidores do existencialismo de Jean-Paul Sartre. Sob a premissa "o homem está condenado a ser livre", os seguidores sartrianos acreditavam que o homem é livre e responsável por tudo o que está a sua volta, assim como o próprio escritor disse. Somos responsáveis pelo nosso passado, presente e futuro.
O idealismo da contracultura serve de base para praticamente qualquer movimento. Seja Punk, Grunge, Straight Edge ou Gótico. Todos eles têm como base a contestação, o incômodo sentido em algo estabelecido e, consequentemente, a busca pela transformação daquilo que incomoda.
Tão importante foi esse movimento que ainda podemos ver pelo mundo moderno pensamentos remanescentes, idéias difusas - e não tão radicais, mas ainda assim baseadas na contracultura. Me arrisco a dizer que a CRASE se encaixa nessa categoria. Nossa filosofia se distancia um pouco da contracultura pela falta de radicalismo e pela noção de relatividade. Sabemos que muitas vezes alguns valores da nossa sociedade atual são sólidos, a incongruência está na interpretação dos mesmos. Somos apaixonados, somos jovens intelectuais e, porque não dizer, somos rebeldes sem causa. Enxergamos dificuldades e lutamos por uma melhor compreensão desse mundo em que vivemos.
Iniciado em meados da década de 40, esse movimento ganhou força nos anos 60 com a disseminação de novos meios de comunicação em massa. A sua estrutura veio da exigência feita por jovens intelectuais (ou rebeldes sem causa) por uma mudança de valores. Cansados da falta de liberdade numa sociedade conservadora, esses jovens optaram pelo radicalismo para fazer essa transição. O que pouca gente sabe ou se dá ao trabalho de pesquisar/filosofar, é que o movimento da contracultura pode ser visto como um fenômeno, uma situação concreta ou algo mais abstrato, como uma linha de pensamento.
De um lado temos os hippies, crias do movimento artístico e comportamental da Geração Beat (já discutida aqui no blog), onde a arte era extremamente valorizada, a expressão objetal da angústia era necessária. Do outro temos filósofos seguidores do existencialismo de Jean-Paul Sartre. Sob a premissa "o homem está condenado a ser livre", os seguidores sartrianos acreditavam que o homem é livre e responsável por tudo o que está a sua volta, assim como o próprio escritor disse. Somos responsáveis pelo nosso passado, presente e futuro.
O idealismo da contracultura serve de base para praticamente qualquer movimento. Seja Punk, Grunge, Straight Edge ou Gótico. Todos eles têm como base a contestação, o incômodo sentido em algo estabelecido e, consequentemente, a busca pela transformação daquilo que incomoda.
Tão importante foi esse movimento que ainda podemos ver pelo mundo moderno pensamentos remanescentes, idéias difusas - e não tão radicais, mas ainda assim baseadas na contracultura. Me arrisco a dizer que a CRASE se encaixa nessa categoria. Nossa filosofia se distancia um pouco da contracultura pela falta de radicalismo e pela noção de relatividade. Sabemos que muitas vezes alguns valores da nossa sociedade atual são sólidos, a incongruência está na interpretação dos mesmos. Somos apaixonados, somos jovens intelectuais e, porque não dizer, somos rebeldes sem causa. Enxergamos dificuldades e lutamos por uma melhor compreensão desse mundo em que vivemos.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Um Gênio Irreverente
A irreverência de um gênio transparente. George Carlin foi um dos maiores comediantes do século passado. Inovador, crítico e apaixonado por palavras, nunca teve medo de falar do mundo como ele via. Usando comédia para entreter e informar, Carlin afirmava que o riso faz as pessoas se abrirem e a ficarem completamente suscetíveis a ideias exteriores e, isso, os permitia compartilhar de um elo surpreendentemente forte, limpo e seguro.
Apresentou inúmeros programas de renome, como Larry King Live e Saturday Night Live - sendo o apresentador do primeiro episódio deste. Além de participar de filmes como O Império do Besteirol Contra-Ataca do roteirista Kevin Smith, o clássico Bill e Ted e Dogma (também de Kevin Smith). Como convidado participou de diversas "mesas redondas" debatendo assuntos como política, religião e sociologia, mas nunca ignorando seu lado cômico.
Ganhador de prêmios Grammy e escritor de Bestsellers, sua paixão por palavras e seu desgosto por eufemismos são suas melhores características - muitas vezes criando confusões. Senhor de uma inteligência e cultura incrivelmente elevadas, Carlin adorava uma discussão e, na maioria das vezes, conseguia provar por A mais B seus pontos de vista.
Nesta primeira edição da CRASE, falarei a respeito desse gigante da comédia, sobre sua vida, obras e ideias que influenciaram tantas pessoas e irritaram muitas outras pelo seu radicalismo e transparência. Além de uma entrevista em primeira mão com ninguém menos do que sua filha Kelly Carlin, que compartilha o seu amor pelas palavras.
Existem opiniões distintas quando se trata dos pensamentos de Carlin, por muitos deles irem diretamente contra as regras atuais da sociedade. Por exemplo, em Religion is Bullshit e Saving the Planet ele critica a submissão à Igreja e a epidemia de neurose que se espalha pelo mundo. Mas não se pode negar a mente brilhante desse homem que por 40 anos fez milhares de pessoas rirem dos problemas da sociedade, conseguindo que algumas refletissem e outras questionassem.
Apresentou inúmeros programas de renome, como Larry King Live e Saturday Night Live - sendo o apresentador do primeiro episódio deste. Além de participar de filmes como O Império do Besteirol Contra-Ataca do roteirista Kevin Smith, o clássico Bill e Ted e Dogma (também de Kevin Smith). Como convidado participou de diversas "mesas redondas" debatendo assuntos como política, religião e sociologia, mas nunca ignorando seu lado cômico.
Ganhador de prêmios Grammy e escritor de Bestsellers, sua paixão por palavras e seu desgosto por eufemismos são suas melhores características - muitas vezes criando confusões. Senhor de uma inteligência e cultura incrivelmente elevadas, Carlin adorava uma discussão e, na maioria das vezes, conseguia provar por A mais B seus pontos de vista.
Nesta primeira edição da CRASE, falarei a respeito desse gigante da comédia, sobre sua vida, obras e ideias que influenciaram tantas pessoas e irritaram muitas outras pelo seu radicalismo e transparência. Além de uma entrevista em primeira mão com ninguém menos do que sua filha Kelly Carlin, que compartilha o seu amor pelas palavras.
Existem opiniões distintas quando se trata dos pensamentos de Carlin, por muitos deles irem diretamente contra as regras atuais da sociedade. Por exemplo, em Religion is Bullshit e Saving the Planet ele critica a submissão à Igreja e a epidemia de neurose que se espalha pelo mundo. Mas não se pode negar a mente brilhante desse homem que por 40 anos fez milhares de pessoas rirem dos problemas da sociedade, conseguindo que algumas refletissem e outras questionassem.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Maria Fumaça
[Inserir música do Plantão da Rede Globo aqui]
Senhoras e senhores, venho por meio deste comunicado informar as imperdíveis, espetaculares e urgentes novidades da CRASE!
Com máquinas a todo vapor, a revista deixou de andar para começar a correr. Neste exato momento Dans Souza, Cadu Senra, Gui Liaga, Rique e seu anfitrião favorito estão de cara nos cadernos, computadores, gravadores e o que mais possibilite a conservação de informações... Conservação? Hmm... Comida... Mas enfim! Estamos nas etapas finais das primeiras matérias e em breve teremos material suficiente pra saciar o apetite dessas mentes vorazes que eu sei que existem aí fora e, consequentemente preencher o conteúdo necessário para [tambores por favor]... Lançar a revista! E eu posso dizer, com absoluta certeza que expectativas serão superadas!
Nossa próxima reunião será para organização apenas. Com matérias em mãos, vamos começar a última e mais esperada etapa do processo de criação da CRASE. Em breve, muito em breve baixinhos, a maior sensação desde a invenção do Bubbaloo estará disponível para todos!
Um grande abraço do seu felicíssimo anfitrião,
Rafael Farah
Senhoras e senhores, venho por meio deste comunicado informar as imperdíveis, espetaculares e urgentes novidades da CRASE!
Com máquinas a todo vapor, a revista deixou de andar para começar a correr. Neste exato momento Dans Souza, Cadu Senra, Gui Liaga, Rique e seu anfitrião favorito estão de cara nos cadernos, computadores, gravadores e o que mais possibilite a conservação de informações... Conservação? Hmm... Comida... Mas enfim! Estamos nas etapas finais das primeiras matérias e em breve teremos material suficiente pra saciar o apetite dessas mentes vorazes que eu sei que existem aí fora e, consequentemente preencher o conteúdo necessário para [tambores por favor]... Lançar a revista! E eu posso dizer, com absoluta certeza que expectativas serão superadas!
Nossa próxima reunião será para organização apenas. Com matérias em mãos, vamos começar a última e mais esperada etapa do processo de criação da CRASE. Em breve, muito em breve baixinhos, a maior sensação desde a invenção do Bubbaloo estará disponível para todos!
Um grande abraço do seu felicíssimo anfitrião,
Rafael Farah
quarta-feira, 7 de abril de 2010
A visão de Moore
Goste você ou não, o cinegrafista Michael Francis Moore possui um feito e tanto na sua carreira: ele recebeu o Oscar de melhor Documentário pelo seu trabalho Tiros em Columbine. Perceber a contradição nesse acontecimento se dá quando o telespectador está antenado na história político-social americana (entenda a palavra ‘americana’ empregada aqui como tudo que vem do continente americano) e conhece as obras – pelo menos uma – do documentarista. Tiros em Columbine conta a história real de estudantes que atiraram em alunos e professores da sua escola – sem motivo aparente nenhum -, mas o foco é extremamente a cultura armamentista dos estadunidenses. Tenha Moore levado para a casa a estatueta por apresentar um bom trabalho ou para a Academia Hollywoodiana mostrar uma face mais moderna e humanista, isso não vem ao caso.
O ponto a ser citado agora é que Moore conseguiu atravessar a barreira que mantém os seus compatriotas alienados a pouquíssimas realidades. Por mais expansionista e estratégico que o povo estadunidense seja, é concreto o fato de que ele vive sob a crença de uma verdade absoluta. Característica essa que vem impregnando diferentes países e, terrivelmente, se enraizando em suas culturas – o Brasil é o maior exemplo disso. Seja buscando o que as grandes corporações escondem ‘atrás dos panos’ (The Big One, 1997), mexendo na delicada questão dos atentados de 11 de setembro com direito a uma relação da família Bush com a Bin Laden (Fahrenheit 9/11) ou questionando o sistema de saúde norteamericano, comparando-o até com Cuba (Sicko – SOS Saúde), Michael Moore dá a cara a tapa e irrita muita gente com as suas manifestações. O cinegrafista traz muito material para nos fazer pensar, mesmo que seja um produto lapidado com seu tom crítico e hipócrita.
O seu novo trabalho, Capitalismo – uma história de amor, será lançado diretamente em DVD pela Paramount no dia 22 de junho. O título um tanto quanto zombeteiro trará a teoria de golpe de Estado financeiro feito pelos bancos de Wall Street na véspera das últimas eleições presidenciais e pretende investigar transferências de capital dos contribuintes para empresas privadas. Você poderá conferir a trama nas telonas, pois essa semana será exibida em duas grandes cidades. E como afirmou o editor de Artes da Crase, Dans Souza, curiosamente o cinema brasileiro que funciona com patrocínio de um banco irá abrir sessões para a mostra do documentário em São Paulo, dias 10 e 11 de abril, e no Rio de Janeiro, no dia 13.
Não pretendemos exaltar os feitos do cineasta, não se trata de admirar o seu trabalho ou não. O que queremos lançar para você, nesse mero espaço de laboratório da nossa revista, é um questionamento: o que fica na sua cabeça ao assistir a esses tipos de documentários? E, principalmente, no quanto você acredita? Pois lembre-se: nem tudo o que se é mostrado é exposto da forma como é, sempre iremos ver pela visão de outro – seja essa pessoa consagrada ou não.
O ponto a ser citado agora é que Moore conseguiu atravessar a barreira que mantém os seus compatriotas alienados a pouquíssimas realidades. Por mais expansionista e estratégico que o povo estadunidense seja, é concreto o fato de que ele vive sob a crença de uma verdade absoluta. Característica essa que vem impregnando diferentes países e, terrivelmente, se enraizando em suas culturas – o Brasil é o maior exemplo disso. Seja buscando o que as grandes corporações escondem ‘atrás dos panos’ (The Big One, 1997), mexendo na delicada questão dos atentados de 11 de setembro com direito a uma relação da família Bush com a Bin Laden (Fahrenheit 9/11) ou questionando o sistema de saúde norteamericano, comparando-o até com Cuba (Sicko – SOS Saúde), Michael Moore dá a cara a tapa e irrita muita gente com as suas manifestações. O cinegrafista traz muito material para nos fazer pensar, mesmo que seja um produto lapidado com seu tom crítico e hipócrita.
O seu novo trabalho, Capitalismo – uma história de amor, será lançado diretamente em DVD pela Paramount no dia 22 de junho. O título um tanto quanto zombeteiro trará a teoria de golpe de Estado financeiro feito pelos bancos de Wall Street na véspera das últimas eleições presidenciais e pretende investigar transferências de capital dos contribuintes para empresas privadas. Você poderá conferir a trama nas telonas, pois essa semana será exibida em duas grandes cidades. E como afirmou o editor de Artes da Crase, Dans Souza, curiosamente o cinema brasileiro que funciona com patrocínio de um banco irá abrir sessões para a mostra do documentário em São Paulo, dias 10 e 11 de abril, e no Rio de Janeiro, no dia 13.
Não pretendemos exaltar os feitos do cineasta, não se trata de admirar o seu trabalho ou não. O que queremos lançar para você, nesse mero espaço de laboratório da nossa revista, é um questionamento: o que fica na sua cabeça ao assistir a esses tipos de documentários? E, principalmente, no quanto você acredita? Pois lembre-se: nem tudo o que se é mostrado é exposto da forma como é, sempre iremos ver pela visão de outro – seja essa pessoa consagrada ou não.
terça-feira, 30 de março de 2010
Vamos nos movimentar?
Já dizia Hal Chase que a chave de tudo foi o tédio.
No final da décado de 50, alguns jovens estadunidenses, enfadados com o espírito consumista - que se instaurou com a política do Welfare State - e a crescente tendência a importância das aparências, viram nas artes uma forma de se expressar. Nascia assim a Geração Beat comandada pelo escritor Jack Kerouac, que pregava a insistência em se manter livre. É claro que a forma como esses artistas levaram para a juventude sua indignação com o estável, seus questionamentos sobre destinos já traçados - educação, faculdade, emprego, casamento e família - e seu posicionamento contra a 'pintura' do cidadão perfeito reformulou o modelo pensante da época. Mas erra quem aqui não conhece muito sobre o assunto e já importa uma imagem revolucionista, que vai contra os preceitos governamentais da época. Na verdade, o que esses adolescentes queriam era dar um grito de liberdade para se sentirem vivos e saírem daquele estado inerente, que te levava a se sentir apenas mais um operário na grande indústria que era o país. Analogia essa que pode ser usada nos dias de hoje, principalmente, com a crescente proximidade de informações e conhecimentos que a atual geração consome com os recursos da modernidade. Entende-se nesse ponto consequências da globalização, mecanização e internet. O quê os beatniks possuem de semelhança com o nosso trabalho craseano? Simples: iremos recordar àquelas cabeças pensantes adormecidas que o brado libertador ainda existe. E que você, caro leitor, não precisa pegar em armas para se sentir parte de algo, você só precisa se lembrar de que é capaz de sair da fila de ovelhinhas do rebanho. Você está em movimento o tempo todo, basta prestar atenção aos seus pés. Somos todos beats, somos todos sons de batidas.
No final da décado de 50, alguns jovens estadunidenses, enfadados com o espírito consumista - que se instaurou com a política do Welfare State - e a crescente tendência a importância das aparências, viram nas artes uma forma de se expressar. Nascia assim a Geração Beat comandada pelo escritor Jack Kerouac, que pregava a insistência em se manter livre. É claro que a forma como esses artistas levaram para a juventude sua indignação com o estável, seus questionamentos sobre destinos já traçados - educação, faculdade, emprego, casamento e família - e seu posicionamento contra a 'pintura' do cidadão perfeito reformulou o modelo pensante da época. Mas erra quem aqui não conhece muito sobre o assunto e já importa uma imagem revolucionista, que vai contra os preceitos governamentais da época. Na verdade, o que esses adolescentes queriam era dar um grito de liberdade para se sentirem vivos e saírem daquele estado inerente, que te levava a se sentir apenas mais um operário na grande indústria que era o país. Analogia essa que pode ser usada nos dias de hoje, principalmente, com a crescente proximidade de informações e conhecimentos que a atual geração consome com os recursos da modernidade. Entende-se nesse ponto consequências da globalização, mecanização e internet. O quê os beatniks possuem de semelhança com o nosso trabalho craseano? Simples: iremos recordar àquelas cabeças pensantes adormecidas que o brado libertador ainda existe. E que você, caro leitor, não precisa pegar em armas para se sentir parte de algo, você só precisa se lembrar de que é capaz de sair da fila de ovelhinhas do rebanho. Você está em movimento o tempo todo, basta prestar atenção aos seus pés. Somos todos beats, somos todos sons de batidas.
quinta-feira, 25 de março de 2010
"Foco!"
Em nossa primeira reunião de cúpula, entre idéias e gritos de "foco" pra todo lado nossa reunião desta quarta foi um sucesso. Discutimos nossas idéias, designamos tarefas e eu fui injustamente chamado de esquerdista [inserir aqui emoticon inteligentemente criado para demonstrar tristeza].
Estamos todos muito empolgados e com altas expectativas para o nosso querido Adonis.
Dentre nossas inúmeras discussões surgiu uma bastante interessante sobre uma teoria de conspiração que ronda a internet sobre a gripe suína, H1N1, Gripe tipo A, Influenza, gripe dos porquinhos (nomeada como tal por um de nossos ilustres políticos). Aparentemente, essa teoria aponta que as vacinas fabricadas contra essa doença na verdade fazem mal, e tanto a gripe quanto a vacina foram criadas por um grupo (Illuminati) cujo objetivo é o genocídio. E você? O que acha disso?
Estamos todos muito empolgados e com altas expectativas para o nosso querido Adonis.
Dentre nossas inúmeras discussões surgiu uma bastante interessante sobre uma teoria de conspiração que ronda a internet sobre a gripe suína, H1N1, Gripe tipo A, Influenza, gripe dos porquinhos (nomeada como tal por um de nossos ilustres políticos). Aparentemente, essa teoria aponta que as vacinas fabricadas contra essa doença na verdade fazem mal, e tanto a gripe quanto a vacina foram criadas por um grupo (Illuminati) cujo objetivo é o genocídio. E você? O que acha disso?
segunda-feira, 22 de março de 2010
Foi Dada a Largada
Para inaugurar o blog do nosso pequeno Frankenstein que está rápidamente se tornando um Adonis, apresento-lhes a primeira reunião geral da revista.
Nesta quarta feira, dia 24 às 20 horas, nossa intrépida gangue reunir-se-á para realizar o proverbial "brainstorming". Pretendemos acimentar nossos planos, visões, discutir idéias e esclarecer dúvidas existentes entre os recém chegados.
Munidos de vontade, insatisfação, uma dose cavalar de cultura e empunhando clareza e transparência, nossa Sociedade sai do papel para uma viagem de encontro ao Vesúvio que é a indústria de veículos de informação.
Mais informações neste mesmo Bat-Canal, em um diferente Bat-Horário.
Saudações de seu nada humilde anfitrião,
Rafael Farah.
Nesta quarta feira, dia 24 às 20 horas, nossa intrépida gangue reunir-se-á para realizar o proverbial "brainstorming". Pretendemos acimentar nossos planos, visões, discutir idéias e esclarecer dúvidas existentes entre os recém chegados.
Munidos de vontade, insatisfação, uma dose cavalar de cultura e empunhando clareza e transparência, nossa Sociedade sai do papel para uma viagem de encontro ao Vesúvio que é a indústria de veículos de informação.
Mais informações neste mesmo Bat-Canal, em um diferente Bat-Horário.
Saudações de seu nada humilde anfitrião,
Rafael Farah.
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