terça-feira, 30 de março de 2010

Vamos nos movimentar?


Já dizia Hal Chase que a chave de tudo foi o tédio.

No final da décado de 50, alguns jovens estadunidenses, enfadados com o espírito consumista - que se instaurou com a política do Welfare State - e a crescente tendência a importância das aparências, viram nas artes uma forma de se expressar. Nascia assim a Geração Beat comandada pelo escritor Jack Kerouac, que pregava a insistência em se manter livre. É claro que a forma como esses artistas levaram para a juventude sua indignação com o estável, seus questionamentos sobre destinos já traçados - educação, faculdade, emprego, casamento e família - e seu posicionamento contra a 'pintura' do cidadão perfeito reformulou o modelo pensante da época. Mas erra quem aqui não conhece muito sobre o assunto e já importa uma imagem revolucionista, que vai contra os preceitos governamentais da época. Na verdade, o que esses adolescentes queriam era dar um grito de liberdade para se sentirem vivos e saírem daquele estado inerente, que te levava a se sentir apenas mais um operário na grande indústria que era o país. Analogia essa que pode ser usada nos dias de hoje, principalmente, com a crescente proximidade de informações e conhecimentos que a atual geração consome com os recursos da modernidade. Entende-se nesse ponto consequências da globalização, mecanização e internet. O quê os beatniks possuem de semelhança com o nosso trabalho craseano? Simples: iremos recordar àquelas cabeças pensantes adormecidas que o brado libertador ainda existe. E que você, caro leitor, não precisa pegar em armas para se sentir parte de algo, você só precisa se lembrar de que é capaz de sair da fila de ovelhinhas do rebanho. Você está em movimento o tempo todo, basta prestar atenção aos seus pés. Somos todos beats, somos todos sons de batidas.

quinta-feira, 25 de março de 2010

"Foco!"


Em nossa primeira reunião de cúpula, entre idéias e gritos de "foco" pra todo lado nossa reunião desta quarta foi um sucesso. Discutimos nossas idéias, designamos tarefas e eu fui injustamente chamado de esquerdista [inserir aqui emoticon inteligentemente criado para demonstrar tristeza].
Estamos todos muito empolgados e com altas expectativas para o nosso querido Adonis.

Dentre nossas inúmeras discussões surgiu uma bastante interessante sobre uma teoria de conspiração que ronda a internet sobre a gripe suína, H1N1, Gripe tipo A, Influenza, gripe dos porquinhos (nomeada como tal por um de nossos ilustres políticos). Aparentemente, essa teoria aponta que as vacinas fabricadas contra essa doença na verdade fazem mal, e tanto a gripe quanto a vacina foram criadas por um grupo (Illuminati) cujo objetivo é o genocídio. E você? O que acha disso?

segunda-feira, 22 de março de 2010

Foi Dada a Largada


Para inaugurar o blog do nosso pequeno Frankenstein que está rápidamente se tornando um Adonis, apresento-lhes a primeira reunião geral da revista.
Nesta quarta feira, dia 24 às 20 horas, nossa intrépida gangue reunir-se-á para realizar o proverbial "brainstorming". Pretendemos acimentar nossos planos, visões, discutir idéias e esclarecer dúvidas existentes entre os recém chegados.

Munidos de vontade, insatisfação, uma dose cavalar de cultura e empunhando clareza e transparência, nossa Sociedade sai do papel para uma viagem de encontro ao Vesúvio que é a indústria de veículos de informação.

Mais informações neste mesmo Bat-Canal, em um diferente Bat-Horário.
Saudações de seu nada humilde anfitrião,

Rafael Farah.